As "Bodas" de algodão | Gui

00:38

(Antes de começar o relato, tenho de pedir desculpa pela demora. Para quem não sabe, estamos em época de exames e a minha pessoa anda a arrancar cabelo e a subir paredes que nem um possuído. Para quem sabe o que esta altura implica, 'nuff said.)



Bem, por onde hei de começar...?

Foi no dia 22 de Dezembro de 2012 que tudo começou. Verdade seja dita, os pormenores que antecederam o meu reencontro com a Joana já me começam a escapar. Talvez seja porque nessa noite (e ao contrário do que possam pensar), o "Gi" estava ligeiramente tocado, por esse velho demónio que conhecemos como Álcool.
Nessa noite, eu tinha ido jantar com um grande amigo meu, que conheço desde pequeno. A ideia era simplesmente jantarmos e de seguida fazermo-nos à estrada em direcção aos bares e passar por lá a noite. Mas, de alguma forma, estava com esperança de ver a Joana por lá, dado que sabia que ela costumava sair e já tínhamos combinado sair juntos. No entanto, não contava que fosse naquele dia.
O jantar passou e continuámos por casa desse meu amigo, na conversa e no ocasional jogo de LoL, quando finalmente, pouco depois da meia-noite e meia, lá decidimos ir em rumo à praia.
Quando chegámos, ainda fizemos a habitual rota pelos diversos bares da zona, encontrámos amigos e colocámos a conversa em dia. Eu continuava a pensar em ver a Joana, mas achava que era tarde para lhe dizer alguma coisa, pois ela poderia já estar a dormir. A ideia de lhe mandar uma mensagem perseguiu-me a noite toda e, às páginas tantas, lá acabei por ceder, vítima de mim mesmo.
Perguntei-lhe se estava tudo bem e se ela tencionava sair naquela noite e, para minha surpresa, ela disse que sim, e em seguida perguntou-me se saía também. Combinámos encontrar-nos pouco tempo depois. Ainda lhe disse que ia ter com ela, pois não queria que andasse sozinha à noite por ali, mas como a bebedeira dela foi mais forte, isso acabou por não acontecer. Estava com um grupo de amigos quando recebi a mensagem da derradeira, a avisar-me que estava à minha espera.
Fui logo em direcção ao local onde tínhamos combinado e sou recebido com um caloroso comentário acerca da minha pessoa e outros elementos do sexo feminino. Lá consegui tranquilizar a "fera" e mostrar-lhe que estava a ser tonta, que tinha estado com amigos e não haviam outras raparigas. A Josna (Josna é um dos meus nicknames para ela) lá assentiu e entrámos num bar.
Lá dentro, ainda conversámos um pouco sobre o tempo que passámos separados um do outro e as saudades que sentíamos. Esta conversa acabou por desencadear o nosso acordo em resolvermos as coisas de uma vez por todas. Mas achei que não o deveríamos fazer logo naquele instante, mas sim esperar até ao final da noite. Isto porque: 
1º Queria que lhe passasse um bocadinho a bebedeira, porque queria que ela tivesse o controlo das faculdades mentais quando falasse comigo.
2º Queria dar-lhe tempo, para ter a certeza que não íamos cair noutro buraco em que sairíamos magoados e de costas voltadas.
Continuámos a conversar, tanto por mensagens como pessoalmente, durante toda a noite. Pouco tempo antes de os bares fecharem, por volta das três e meia da manhã (mais coisa, menos coisa), decidimos encontrar-nos.
O local combinado era a biblioteca, que fica junto à zona dos bares. Por algum motivo que ainda estou para perceber, fiquei convencido que nos íamos encontrar junto ao cinema. Não sei se foram os nervos ou erro de percepção, então foi para lá que fui. Estava há dez minutos junto ao cinema (farto de lhe mandar mensagens, a avisar que tinha chegado, com a Josna a responder-me o contrário), quando o telemóvel dela morreu.
Por acaso do destino, ocorreu-me voltar a ler as mensagens que tínhamos trocado, quando finalmente reparei no meu erro. Dei corda aos atacadores e fiz a melhor imitação de Francis Obikwelu que consegui até à biblioteca. Quando lá cheguei, dei-lhe o maior abraço que podia. Conversámos durante cerca de uma hora.
Foi quando decidimos que estar afastados era a pior coisa que tinha acontecido.
E o resto é história, I suppose. Já vão dois anos e não me arrependo de nada. Sei que este par de anos é apenas o inicio e espero que venham muitos mais.


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16 comentários

  1. Opá já disse isto à Joana... Vocês não se cansam de ser fofinhos?
    Um beijinho e que venham mais bodas :)

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  2. É engraçado ter os dois lados do inicio da vossa historia :)

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  3. Que lindinhos que vocês são :D é engraçado ver os dois lados da vossa história, os dois relatos :p que venham muitos e muitos mais aninhos!!

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  4. E que venham muitos mais! :)
    beijinhos

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  5. R: tens muita sorte :')

    *Beijinhos*
    Caty<3
    http://myfairytale4.blogspot.pt/

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  6. São uns fofos vocês os dois! :D
    Que venham mais anos!!

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  7. Hão de vir muitos mais anos querida :))

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  8. Que fofos :)

    http://retromaggie.blogspot.pt/

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  9. Foi engraçado ver o outro lado da história. Renovo os votos de muitas felicidades para ambos :)

    http://ummarderecordacoes.blogs.sapo.pt/

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  10. Muitos parabéns!

    Tenho um TAG ali no meu cantinho ;)
    Beijinhos*

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